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amzee

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[Tuesday June 19 2007 1:23 am]


há muito que não escrevo... pensava que não iria escrever mais mas hoje assolou-me uma vontade imensa de comunicar convosco. aqui estou, mas para anunciar uma nova identidade:


http://semifusas.livejournal.com/


espero que visitem, tenho saudades deste nosso mundo...!

beijinhos

joana
breathe in breathe out

[Wednesday February 7 2007 6:33 pm]
nem sei bem como pôr em palavras aquilo que me apetece ou que tenho necessidade de dizer. as coisas não têm estado bem, não. não sei concentrar-me, tenho de me forçar para sair, se o último trabalho deste mês não fosse de grupo nem olhava para os textos, não sei esvaziar a cabeça, e sobretudo, mas sobretudo, o coração. não consigo olhar para o zé sem me sentir uma migalha de gente, sem me sentir estúpida, e feia, e trocada, e usada. não consigo estar sozinha por isso refugio-me no m., que deve estar neste momento no aeroporto e que só volta dia 25 à tarde. e já tenho saudades dele, ou talvez mais de como me sinto quando estou com ele, de como me sinto menos sozinha, de como funcionamos um para o outro como uma âncora plantada algures, que não permite que, nas noites em que estamos juntos, nos sintamos menos do que aquilo que somos. dia 27 tenho de cantar no bar e ando tão desafinada que me apetece fazer um buraco no chão. isto é o menos na história toda mas acrescenta irritação e medo e angústia e nervos e não me apetece nada que chegue dia 27 mas por outro lado sim porque o m. já vai ter voltado. e é estupido, claro que é, sentir-me segura de vez em quando dentro da insegurança que é a nossa 'relação' (é tão ridículo usar este termo para nos definir que dá vontade de rir, quase), aninhar-me no conforto que é ele quando sei perfeitamente que esse conforto pode desaparecer de um dia para o outro. por isso se calhar até é bom ele não estar cá, para eu aprender, ainda que por duas semanas e meia, a viver sem ele. este post até agora é maioritariamente sobre ele quando ele não tem nada a ver com a maneira como me sinto ultimamente, pelo contrário, é aquele que tem aliviado um pouco a amálgama de tristeza em que me encontro mergulhada. já não sei como não ter espelhado na minha cara o desassossego em que vivo nem tento esconder o que quer que seja porque não tenho forças para tal. deixei de as ter, já não sei lidar comigo nem com o que sinto, já não sei de onde é que isto vem mas cada vez o sinto mais intenso, cada vez me sinto mais perdida e mais sozinha e cada vez que vejo o zé o meu coração diminui um tamanho e cada vez que ele me olha tenho de fazer um esforço titânico para não chorar.

e, caso ainda não seja óbvio, por alguma razão, para vocês, já não sei escrever com pés e cabeça.
5 floats awaykept breathing breathe in breathe out

[Friday January 19 2007 5:00 pm]
eu não moro mais em mim.
1 floats awaykept breathing breathe in breathe out

[Wednesday January 17 2007 1:12 pm]
não consigo falar mais, nem explicar, não consigo estar com ele à frente, muito menos falar-lhe, muito menos tocar-lhe, ainda que de raspão, ainda que sem querer. não consigo abstrair-me, não consigo não pensar. não consigo olhá-lo sem uma vontade descomunal de me atirar a ele e arranhá-lo até fazer sangue, bater-lhe, gritar-lhe a injustiça do que me fez, do que sinto, do que se passa agora. não consigo estar com ela, por mais que a ame e que seja uma das pessoas essenciais da minha vida, uma das que mantém o meu coração a bater mas que, hoje, mo abafa sem querer. não consigo produzir palavras que expliquem como me sinto, não consigo dizer a frase que me martela a cabeça porque não faz sentido, não consigo imaginá-los juntos, não consigo respirar, não consigo trabalhar, não consigo dormir, não consigo.
breathe in breathe out

[Monday January 15 2007 1:46 am]
pergunto-me. sim, pergunto-me. não queria, não queria mesmo ter uma imagem que fosse na cabeça, especialmente dado que metade da imagem é uma das pessoas mais importantes do meu mundo, mas pergunto-me, e penso, e visualizo, e abano a cabeça quando se torna demais (como se tal afastasse os pensamentos, as imagens, as perguntas) e continuo. e quando páro de pensar nisto é para pensar nas horas que são e como os dois já deveriam estar em casa mas provavelmente não o estão, e que aquilo fecha às duas e se ainda estiverem juntos para onde é que vão agora e que a casa dele é perto e a dela longe. depois penso que se calhar nada se passou, nada de especial digo, nada a não ser conversa, risos, conhecer pessoas novas, cigarros e talvez um copo de vinho (mais não, que ela não aguenta a bebida e depois tem de guiar) ou um chá, que ela gosta tanto dos chás daquele sítio. depois digo-me também que se nada se passou hoje passar-se-à amanhã, ou na semana que vem, ou mesmo daqui a um mês, e dou por mim a desejar que se tiver de acontecer que seja rápido (poderia dizer 'e indolor' mas seria ridículo) para não estar constantemente com este peso e esta angústia e esta espera de cada vez que estiver com ela. e continuo. e penso que já fui a casa dele, que já estivemos sentados naquele sofá a fumar cigarros, a rir, a fazer cócegas, a ver televisão, a comer, a dormitar, a conversar. penso que a última pessoa que ele beijou fui eu e que a próxima será ela e o estômago revolta-se. penso que não posso aguentar isto, tento sacudir de mim a ideia de que está nas minhas mãos (porque está) e pensar que o que tiver de acontecer acontecerá, com ou sem a minha dor, com ou sem a minha ligação intrínseca a estas duas pessoas. e continuo. não estou preparada para isto, não estou não estou não estou. e continuo.
6 floats awaykept breathing breathe in breathe out

[Friday January 12 2007 11:39 pm]



coração

Por destino ou por capricho, há um músculo que nos comanda, que nos dá e tira a vida, que matiza esse percurso em volúpias do imaginário.
Chama-se comração e no arco dos clichés possíveis, ultrapassa abismos entre o tosco e o sublime: ele pulsa, infrene, nos ditos populares, na boa e na má música, nos desenhos anónimos e em pinturas magistrais, nos cupidos que espevitam o amor, nos prostíbulos que o dissolvem, no retrato de estados de alma, nas cores, vivas ou pesadas, da paleta da nossa existência.
Ele é, provavelmente, o primeiro e incipiente rabisco ensaiado por uma criança; é, também, o derradeiro e emudecido som no sopro de uma vida que fenece.
E sendo tanto e tão disperso, dele evoco o pouco que no coração mais me fascina: o seu tropel na força da adrenalina, quando corpo e alma se fundem no amplexo de uma emoção.
No primeiro beijo, no nascer de um filho, no rosto de uma mãe, no longo anseio conquistado, na partilha com alguns amigos.
E na sua ausência.
Talvez seja isso que mais marca o coração - o meu coração: o silêncio de quem não está.

Mário Assis Ferreira

ou

coração, m, músculo, órgão central da circulação sanguínea.


acho que vou tornar-me assim, racional, uma pessoa que responderá, quando lhe perguntarem como se desenha um coração, que vá ver a um livro de anatomia.
o meu desapareceu, e faz-me falta.
2 floats awaykept breathing breathe in breathe out

[Friday December 22 2006 4:30 pm]
partiu-me o coração no dia dos meus anos. há meses que não andava tão feliz, tão despreocupada, tão certa do que queria, e ele partiu-me o coração, assim. e quando chorei chorou também, e disse-me que gostava muito de mim, da minha sensibilidade, da minha bondade, do meu sentido de humor, da minha inteligência. que eu era linda, tão bonita. que do amor nascia a amizade. que não suportava ver-me assim, que o meu silêncio o matava. pediu que fôssemos amigos, disse que sempre que eu quisesse estaria ali, que me aqueceria as mãos sempre que estivessem frias. disse-me que não conseguiria odiá-lo e eu respondi que me subestimava.

no dia seguinte telefonou-me e não atendi, vi-o e não lhe falei, e ele olhava-me constantemente em busca de um sorriso que nunca apareceu, porque ele o matou. perguntou se podíamos ir ao cinema e eu disse-lhe que não sabia, mas sei perfeitamente que não podemos ir ao cinema, nem sequer encontrar-nos por acaso no meio da rua. não consigo pensar nele sem desabar num choro que quase me assusta, quanto mais tê-lo sem o ter, estar com ele como se fosse natural depois de me ter deixado apaixonar sem reservas, de ter sucumbido a ele porque pensei que valia a pena, porque pensei que seria diferente, porque sonhei, imaginei, porque me rendi, porque disse a mim própria que tinha de ultrapassar os meus medos, porque não fazia sentido. devia ter-me fechado na minha conchinha, tê-lo deixado passar sem me ter apegado, ter deixado os medos vencerem-me, porque estou hoje uma migalha de quem sou, não sei sorrir, não saberei amar, não sei falar disto sem lágrimas, não consigo respirar, não me apetece comer, não durmo bem, não tenho uma última mensagem do dia nem uma primeira. já não sei sofrer. já não consigo.
20 floats awaykept breathing breathe in breathe out

[Friday December 15 2006 1:48 pm]
e, de exaustão, deixou cair as esperanças, afogou-as em cânticos de natal e, em silêncio, esperou que chegasse domingo.
breathe in breathe out

[Tuesday December 12 2006 11:31 am]


isto sou eu a cantar no chapitô dia 22 de novembro, noite em que tudo começou. ponho-a aqui para verem como estou agora, porque para o espectáculo do coro que estamos a preparar (que inclui encenação) vão pôr-me careca...! e quando digo careca, é careca mesmo, nem um bocadinho de cabelo, nem o milímetro que sempre deixei quando me deu na cabeça rapar o cabelo... apesar de gostar do cabelo cor-de-rosa, e de o ver a crescer, e de já ter ultrapassado as fases irritantes desse mesmo crescimento, tenho curiosidade em ver como fico careca... e se não fizer isto agora, quando é que hei-de o fazer? admito que estou ligeiramente ansiosa em relação à ideia, especialmente porque o espectáculo é no sábado, por isso, nem que seja às 21:34 desse dia, já estarei carequinha no sábado... e hoje já é 3a!

bem... tem de se experimentar tudo na vida, não é o que dizem?
14 floats awaykept breathing breathe in breathe out

[Sunday November 26 2006 1:14 pm]
03:34 - 'Eu tenho a certeza que vou sonhar contigo. Bjs'


ando com um sorriso tão idiota na cara que por vezes me pergunto se toda a gente percebe que estou qualquer coisa.

lalala
2 floats awaykept breathing breathe in breathe out

[Saturday November 25 2006 2:58 pm]
estou feliiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiz
12 floats awaykept breathing breathe in breathe out

[Friday November 24 2006 3:20 pm]

a minha irmã mais nova, em junho :)


tive um 14 a teorias da comunicação!! andava a sentir-me muito insegura em relação ao mestrado, ajudou a apaziguar um bocadinho... :) fiquei mesmo mais sossegada. domingo vou cantar uma música jazz no oeiras parque! que nerrrrrvos, não me apetece... however, anteontem fui obrigada a cantar no bar do chapitô e não me custou nada, aquelas pessoas tornaram-se tão próximas, tão queridas, que parecia natural estar à frente delas, que os sorrisos me encheram de coragem. faz-me tanta falta não ir todos os dias para o chapitô!

(ah e lovewise - ou algo assim - eu já não devo ter borboletas, isto são com certeza leões, elefantes, girafas e bizontes que andam para aqui aos pinotes!! isto até às 10 da noite... depois disso espero ter boas notícias, wish me luck!)
4 floats awaykept breathing breathe in breathe out

[Tuesday November 21 2006 2:17 am]
a) a minha mãe torceu o pé por isso sou a motorista de serviço agora :) é bom poder ajudá-la, mas custar-me-á sem dúvida acordar as 7 todos os dias desta semana... especialmente com o ritmo a que tenho andado. quem sabe isto ajuda! tenho de acordar daqui a 5h e ainda vou acabar conversas, comer qualquer coisa (não devia mas tenho fome), e como nunca adormeço logo ainda terei, creio, uma horita de espertina.

b) tenho tido ensaios quase todos os dias à noite, o espectáculo do coro para pré-estrear no dia 16 de dezembro, o stress a começar a aparecer, as pessoas a enervarem-se, o encenador a projectar, o maestro a passar-se. o espectáculo está, modéstia à parte, a ficar muito muito giro, mas não tão giro que sobreviva impune a uma pré-estreia daqui a 3 semanas. (acho, acho)

c) a minha vida sentimental está o caos mais caótico que alguma vez esteve.

d) há muita gente com quem quero estar e não consigo, e irrito-me comigo por não conseguir esticar o tempo, com os horários de toda a gente, sempre incompatíveis, com os meus, que nem de gente são, vivo à noite, durmo de dia, estou desregulada em todos os sentidos, já não sei que parte de mim é para cima e que parte é para baixo.

e) 37 é um número que devia morrer de uma morte lenta e dolorosa.

f) acabei de ter uma conversa tão tão no msn, e a distância entre nós é tão grande e estamos em continentes diferentes e que se foda a geografia.

g) ando com dores de cabeça há uma semana, amanhã sei que tipo de anemia tenho, o colesterol está normal pela primeira vez em meses (YAY), estou enjoada e sempre com fome e sempre a evitar comer.

h) faço anos daqui a exactamente um mês e detesto o número 22.
breathe in breathe out

[Monday November 6 2006 2:10 pm]
ontem foi um dia de merda.
e hoje, como fingir que nada se passa, que não me disseste que estavas a cortar-me da tua vida porque é assim que funcionas.
é quando as coisas se tornam um bocadinho mais íntimas do que consegues suportar? ou se calhar sou eu a achar que tenho mais importância do que tenho, quando talvez simplesmente te tenhas fartado porque já não tens a minha idade e as coisas na realidade funcionam de uma maneira diferente da que eu imagino. porque sou novinha e, por mais que tenha sido magoada, ainda mantenho algo de ingénuo. não acredito em nada do que acabei de dizer, mas talvez seja mais fácil pensar assim. disseste que não querias magoar-me e aqui estou eu, olhos inchados, de pijama, cabelo desalinhado. aqui estou eu, procurando encontrar um mínimo de sentido no que me disseste, na maneira como o disseste, na maneira como me olhaste quando o disseste.
já nem sei escrever como deve ser, nada disto faz sentido, tu não fazes sentido, e o que faz ainda menos sentido é que tenhas tanta importância quando a que eu tenho para ti estás a reduzi-la a cada minuto que passa sem a mínima dificuldade. queria tanto que fôssemos amigos, que continuássemos com as nossas brincadeiras, delírios, conversas sobre tudo e mais alguma coisa, cumplicidade que todos viam e sentiam e que nos provocava sempre um meio sorriso entre palavras. queria tanto que fosses menos complicado, menos difícil, que deixasses de ver a minha idade como a coisa mais importante entre nós, e que conseguisses separar as coisas e estar comigo de outra maneira. creio que o nosso (meu) erro foi o beijo 4 dias depois de nos conhecermos. talvez se não tivesse acontecido pudéssemos ter sido amigos ponto e criado algo mais forte, que não pudesse ser quebrado em 2 segundos e meio pela tua insegurança de merda.
7 floats awaykept breathing breathe in breathe out

[Thursday October 19 2006 2:44 pm]
largou o bilhete na primeira onda suficientemente forte para o levar. sentou-se, atordoada, e para ninguém murmurou um adeus que lhe ficou preso ao lábio inferior, tremendo apesar da força que fazia para não chorar.
4 floats awaykept breathing breathe in breathe out

[Tuesday October 17 2006 2:23 pm]



i. telefonemas desconexos às 3 da manhã

ii. 8 horas de sono

iii. moulin rouge

iv. faculdade

v. música

(vi. miguel)

vii. ensaio

[viii. ?]


não, não se torna mais simples assim.
2 floats awaykept breathing breathe in breathe out

[Monday October 16 2006 5:29 pm]
não pretendo ser dramática e dizer-vos que a minha vida é uma grande merda porque não é, mas estou prestes a explodir.

[Thursday October 12 2006 2:00 pm]
últimas 2 semanas da minha vida:
- chego a casa mínimo às 4:30, mas nunca consigo ir logo para a cama. só vou quando realmente me sinto tão estafada que sei que vou adormecer no segundo em que pousar a cabeça na almofada;
- acordo com despertador porque se não for assim sou capaz de dormir até às 2 da tarde, coisa que nunca nunca nunca me acontecia;
- tenho ensaios todos os dias e divirto-me prodigiosamente, especialmente porque cada vez me dou melhor com todos eles e cada vez somos mais importantes uns para os outros;
- tenho sentimentos estranhos, ideias confusas e sensações novas que me espantam;
- estou irremediavelmente apaixonada e deixei de perder o sono por causa disso. já percebi e aceitei que vou ter de me magoar ainda mais violentamente para me afastar de vez, e apesar de me assustar creio que preciso disso para ultrapassar esta pessoa que está cosida ao lado esquerdo do meu coração;
- estou extremamente cansada mas não consigo estar quieta... hoje é o primeiro dia em semanas em que estou em casa sem fazer nada há mais de uma hora.
- entrei no mestrado que queria!! começo as aulas exactamente daqui a uma semana e estou ansiosa.

ps: sinto-me outra pessoa, sinto-me diferente e não sei o que isto quer dizer. (e é bom)
1 floats awaykept breathing breathe in breathe out

[Wednesday October 4 2006 3:52 pm]
tanta resistência a algo que podia ser tão bom, tão melhor do que já é, por uma idade que, mais uma vez, não tenho. estou tão farta de me sentir novinha e miúda e afastada por um número que não quer dizer nada, nada. alguém me ofereça um saco de boxe ou 10 anos a mais por favor.
3 floats awaykept breathing breathe in breathe out

[Saturday September 30 2006 8:46 pm]
[ mood | sarcastic ]



enquanto percorria a autoestrada, cansada e com uma ponta de ironia no sorriso, pensava que te ia resistir. que fumaríamos uns cigarros sentados na tua varanda, conversaríamos sem parar porque é assim que funcionamos, sorriríamos de sorrisos talvez um pouco mais que inocentes, que te diria adeus, beijinhos, até à próxima, que fecharia a porta atrás de mim com um sorriso de desafio estampado no rosto. claro que o que se passou foi o de sempre, claro que nem me apeteceu resistir.

mas

enquanto percorria a autoestrada ao contrário, umas horas de cansaço a mais, o cabelo desalinhado, os olhos borrados e o corpo quente, não conseguia deixar de sorrir. porque não mexes comigo como dantes, porque não quero dar-te a mão, sorrir-te no meio da rua, ir ao cinema contigo, nem sequer beber um copo ou ir a uma livraria comprar um presente de anos. porque nunca poderás dar-me o que preciso e nem quero que sejas tu. nunca poderemos ser um nós porque deixámos de o ser no momento em que me recusaste a primeira vez.

por isso sorri, ri até, de gargalhadas sonoras e saborosas, a caminho de casa às 5 da manhã, a cantar com a música aos berros. precisas mais de mim do que eu de ti. e isso, miguel, faz-me rir até às lágrimas.
12 floats awaykept breathing breathe in breathe out

[Tuesday September 26 2006 4:14 am]
back.
a lot has happened,
i have travelled,
grown,
cried,
laughed.
i have graduated and am applying for a masters,
my parents are divorcing,
i am still inlove
and painfully not loved back.
still,
a fresh start.

hi :)

24 floats awaykept breathing breathe in breathe out

[Tuesday September 26 2006 2:48 am]

1 2 3 experienciaaaaaaaaaaaaaaaaaa





apesar deste não ser um post sério, serve como tributo àquela que tornou isto tudo possível, que converteu esta utopia numa realidade... até me emociono... obrigada mamutxi!! - que, suponho que não saibam, é a menina esquissos :P

(o 123 experiência é da autoria dela, não é genial...?)


e agora só coisas sérias, que eu sou uma pessoa muito sisuda.

(lol)
2 floats awaykept breathing breathe in breathe out

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